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A Visão de Deus

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A glória que não se desvanece             No texto de Paulo (1Co 3.7-18), está escrito que Moisés trazia um véu sobre o rosto, por causa da glória de Deus que vinha sobre ele, quando ele encontrava-se com Deus - mas esta mesma glória se desvanecia pouco a pouco (Ex 34.28-35). Paulo então diz que a glória que nós temos hoje, não se desvanece, pois ela é Cristo que em nós habita, ela é o Espírito que nos revela a Verdade. A glória no rosto de Moisés era apenas o resquício do esplendor da presença de Deus. Mas, quando ele pediu para ver a glória de Deus, o Senhor o respondeu que faria passar por ele toda a Sua bondade . Segundo Ariovaldo Ramos, a bondade de Deus se manifestou em Sua plenitude na pessoa de Jesus Cristo. (Ex 33.19-23). Por isso dizemos que a nossa glória, hoje, não se desvanece, pois desde que abrimos o coração para Cristo, Ele habita em nós, e Ele é em nós essa glória eterna. Muito diferente disso, os judeus...

O sermão da montanha na vida cotidiana (trabalho sobre aconselhamento pastoral)

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“ Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha”   (Mateus 7.24-25). INTRODUÇÃO Estas palavras concluíram o famoso sermão da montanha, pregado por Jesus, possivelmente no ano 27 d.C. O Mestre estava dizendo que se os seus discípulos praticassem o ensinamento que haviam acabado de receber, estariam agindo prudentemente e garantindo uma vida de significado, sentido e paz. Chuva, rios e ventos não podem derrubar uma casa edificada sobre a rocha. Como conselheiros, se quisermos conduzir alguém a uma rica fonte de sabedoria e instrução diante das incógnitas, crises e perigos da vida, devemos apresentar a esse alguém o sermão da montanha. Nele estão contidas ricas lições e ensinamentos que conduzirão seus adeptos a uma vida saudável. CONSOLO (Mt 5.1-12) "Bem-...

O Desafio do Presbitério

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Quando fui ordenado diácono da Assembléia de Deus, escrevi uma mensagem sobre o desafio da diaconia: http://edercarvalho.blogspot.com/2011/02/o-desafio-da-diaconia-eder-billy.html?spref=tw ( Éder Billy Carvalho: ordenado ao presbitério da AD em 25/09/2012) Na última terça-feira, dia 25/09/2012, fui ordenado presbítero, e trago novamente uma reflexão. Começo dizendo que o presbitério não exclui a diaconia. Uma vez diácono, sempre diácono. Ser diácono é ser servo. Um exemplo claro e prático disso é o apóstolo Pedro, que era presbítero – “ ...eu, que sou também presbítero... ” (1 Pe 5.1) – e ao mesmo tampo, servo de Jesus – “ Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo... ” (2 Pe 1.1). Ou seja, o presbítero segundo o coração de Deus nunca deixará de servir a Cristo e aos irmãos com amor e alegria. Mas, o fato é que os presbíteros são incumbidos de maiores responsabilidades. Vejamos as admoestações que Pedro faz aos presbíteros: 1.1 apascentar o rebanho de Deus ...

Pastores entre ovelhas e Ovelhas entre lobos

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“Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mateus 10:6 ) “Eu os estou enviando como ovelhas entre lobos...”   ( Mateus 10.16). Jesus está treinando e preparando seus discípulos. Em um determinado episódio, o Mestre os envia pelas terras e aldeias da palestina, desprovidos de dinheiro, alforge, e outros recursos básicos e necessários. Observando isso, compreendemos porque Jesus usou a expressão “ ovelhas no meio de lobos ” - denotando total fragilidade e dependência. Neste contexto, Jesus destrói o conceito de auto-suficiência pastoral ou ministerial. Ao mesmo tempo em que o Mestre nos ensina que os discípulos devem ser pastores para as ovelhas perdidas, Ele também ensina que esses mesmos pastores são também como ovelhas – no meio de lobos. Exemplo: Davi era o pastor de Israel. “ Então, todas as tribos de Israel vieram a Davi... dizendo: ‘...O Senhor te disse: _Tu apascentarás o meu povo’” (2 Sm 5.1-2). Mas esse mesmo pastor escreveu um dos mais belos...

A Verdadeira e a Falsa Adoração

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A VERDADEIRA ADORAÇÃO E SEU PREÇO INCALCULÁVEL “ Então Maria pegou um frasco de nardo puro, que era um perfume caro, derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. E a casa encheu-se com a fragrância do perfume ” (Jo 12.3 - NVI).             João não exagerou quando disse que o perfume era muito caro. “A julgar pela parábola dos trabalhadores na vinha, em Mateus, onde diaristas são contratados por um denário por dia, 300 denários manteriam em nível de sobrevivência um operário e sua família durante um ano (não receberiam pagamento, naturalmente, em sábados e feriados)” [1] .             Maria desperdiçou, investiu, ou simplesmente ofereceu um perfume de tal valor a Jesus? O coração de um verdadeiro adorador saberá a resposta certa.             Em Betânea, Maria nos constrange com...