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04 setembro, 2015

Quatro atitudes da Igreja diante da inequívoca volta de Jesus - 2Pedro 3:11-13


2PEDRO 3:11-13.
 11Visto que tudo será assim desfeito, que tipo de pessoas é necessário que vocês sejam? Vivam de maneira santa e piedosa, 12esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda. Naquele dia os céus serão desfeitos pelo fogo, e os elementos se derreterão pelo calor.13Todavia, de acordo com a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça.

I. INTRODUÇÃO
O texto em apreço, especialmente os versos 11 e 12, nos expõe a seguinte verdade: diante da realidade da volta de Jesus, devemos viver em santidade e piedade (v.11), esperando e apressando a volta de Jesus (v.12). Portanto, estes versículos estão requerendo quatro atitudes da Igreja, uma vez que a volta de Jesus é certa. As quatro atitudes são: 1) Santidade, 2) Piedade, 3) Esperança e 4) Evangelismo.

1. Santidade e Piedade – “... vivam de maneira santa e piedosa... v.11
1.1. Santidade: Talvez a melhor forma de entendermos o conceito bíblico de santidade é começar refletindo sobre o que não é santidade.

1.1.1 Santidade não é isolamento (Mt 5:14-16): É bem verdade que a palavra santidade significa separação. Porém, esta palavra, isolada do seu real contexto cristão, pode gerar uma conduta anticristã na igreja de Cristo, por incrível que pareça. Podemos verificar isso na própria história da igreja. O historiador Geoffrey Blainey diz:

Em 320, porém, um número crescente de cristãos eremitas habitava regiões isoladas da Síria ou vilarejos abandonados perto do rio Nilo. Muitos viviam sós, em cabanas simples. Nos domingos eles se reuniam a outros eremitas para rezar. Em seguida, retornavam a suas moradias com chão de terra batida.[1]

            Há algo de louvável na atitude dos monges. Refiro-me apenas ao desejo que tinham de viverem separados do pecado. Porém, para alcançar este fim, cometeram o erro de separarem-se dos pecadores. Procedendo de tal forma, agiram de maneira anticristã, pois Cristo não fez isso. Ele estava sempre no meio dos pecadores, rodeado por eles. Junto dos intocáveis, dos excluídos, e nas maiores festas de Jerusalém, nas maiores concentrações de pessoas, lá estava Jesus. O Senhor não precisava isolar-se do mundo para ser santo. Sua santidade o separava do pecado, e não do pecador. Esta foi sua missão. Ele veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19:10). Para isso o Pai o enviou. E desta mesma forma Ele nos enviou (Jo 17:18). Nosso chamado é para estarmos junto dos pecadores, sem contudo nos contaminarmos com o pecado. Devemos ser sal fora do saleiro e luz no meio das trevas (Mt 5:13-16).

1.1.2 Santidade não é superioridade (2Tm 2:15): Há quem tenha o péssimo comportamento religioso de achar-se mais santo, mais justo e mais sublime do que os outros. Paulo disse a Timóteo: “Procure apresentar-te a Deus aprovado...”, e não aos homens. Não devemos exibir nossa santidade aos homens, com a intensão de que eles olhem para nós e nos admirem por nossa justiça. Os fariseus dos tempos de Jesus já cometeram esse erro, e foram duramente censurados por Jesus por causa disso. Oravam nas praças e deixavam o semblante abatido quando estavam jejuando para que todos vissem o quanto se sacrificavam por Deus. Jesus não quer isso de nós. Ele quer que entremos no nosso quarto e fechemos a porta para orarmos em secreto a Deus (Mt 6:5-6). Ele quer que o que a mão direita fizer seja desconhecido da esquerda. O que fazemos ou deixamos de fazer por amor a Deus deve ficar, sempre que possível, no secreto do nosso relacionamento com Deus. Nossa recompensa deve vir do Senhor e não dos homens. Devemos amar a glória de Deus e não a glória dos homens.

1.1.3 Santidade não é perfeição (1Jo 1:10; 2:1): Infelizmente, a nossa atual condição de santidade não é uma condição de perfeição. Gostaríamos de viver em tal estado. Gostaríamos de ter a certeza de que nunca mais, até o fim da nossa vida, cometeremos qualquer pecado. Mas a verdade é que ainda estamos sujeitos ao pecado. O processo de aperfeiçoamento em nós não está completo. Com isso não estou abrindo uma porta para o pecado. Deus é santo e jamais vai tolerar o pecado. Nós simplesmente não devemos pecar. Por isso o apóstolo João disse “não pequeis”. Porém o apóstolo sabia da realidade do pecado e então completou a mesma sentença dizendo “se alguém pecar, temos um advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo(1Jo 2:1). Um santo não é alguém que nunca peca, e sim alguém que, quando peca – por ser imperfeito – arrepende-se sinceramente – por ter temor de Deus, Jesus o perdoa, e ele então se levanta e continua a caminhada da santidade.

1.2 Santidade é: 1) uma resposta ao amor de Deus, é 2) evidência de que se tem o amor de Deus, e 3) uma obra exclusiva do próprio Deus.

1.2.1 Resposta ao Amor de Deus (Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cimaCl 3:1): Sabendo que Cristo nos amou primeiro, só nos resta amá-lo também. Por amor e Ele e em gratidão a tudo quanto Ele fez por nós, queremos viver de uma forma que o agrade. Entendemos que a melhor forma de agradá-lo é fazer sua vontade. Devemos viver a vida dEle, seguindo Seus passos. Se Ele é santo, queremos ser semelhantes a Ele, participantes – tanto quanto possível – da Sua natureza. Queremos ser santos também (1Pe 1:15-16).  

1.2.2 Evidência do amor de Deus (Mas agora que vocês foram libertados do pecado e se tornaram escravos de Deus, o fruto que colhem leva à santidade, e o seu fim é a vida eterna. Pois o salário...Rm 6:22-23): Fruto é resultado. O que o texto diz é que, se de fato fomos libertados do pecado e passamos a servir a Deus, e resultado dessa obra de Deus em nós chama-se santidade. Ou seja: se alguém não vive santidade, é evidente que ainda não foi alvo da libertação de Deus. Mas se alguém vive em santidade, é evidente que foi alvo do amor libertador do Senhor. (Se vocês me amam, obedecerão os meus mandamentos – Jo 14:15)

1.2.3 Obra de Deus: Santidade não é algo que nós mesmos podemos produzir em nós. Quando tentamos santificar a nós mesmos, o resultado é legalismo e vaidade religiosa. Somos incapazes de viver em santidade. Somente Deus, que é Santo e santificador é que pode nos santificar. Ele é poderoso para criar em nós um coração puro (Sl 51:10) e para nos santificar por Seu sangue (1Jo 1:7) e por Sua Palavra (Jo 17:17). Só Ele pode nos libertar do pecado, e só então, depois de mortos para o pecado, podemos ser ressuscitados por Cristo para uma nova vida de santidade.

2.2 Piedade é: Não é fácil definir a palavra piedade. Ao recorrermos a bons dicionários bíblicos logo percebemos que os tradutores utilizam várias palavras, ilustrações e contextos para conseguir defini-la. A palavra traduzida por piedade em 2Pe 3:11 é eusebeia, do grego, que quer dizer (juntamente com suas palavras correlatas) temor, reverência, zelo, respeito, devoção, honra, e ainda serviço e adoração.[2] Temos portanto várias palavras que nos colocam na difícil tarefa de organizar uma linha de raciocínio.
  
2.2.1 Temor: Em nossa pesquisa constatamos que a palavra mais repetida na tradução de eusebeia é temor, e que mais possui sinônimos e palavras paralelas, como reverencia, respeito e zelo. Isso faz jus ao contexto do Antigo Testamento (AT) para o antônimo de piedade, isto é, impiedade. No AT, os ímpios são aqueles que não se importam com as coisas sagradas, que praticam a maldade sem peso na consciência, que perseguem os justos de maneira injusta e violenta. Em suma, são aqueles que não tem temor de Deus. Isto posto, ser piedoso é o oposto, ou seja, é ser temente a Deus.

2.2.1.2: No AT, o temor do Senhor é o princípio da sabedoria (Pv 1:7). Por que? Porque quem tem temor de Deus está equipado espiritualmente com as melhores virtudes necessárias para aproximar-se de Deus e assim ser salvo. Se analisarmos com cuidado a expressão “temor do Senhor”, veremos que ela significa o equilíbrio perfeito entre pavor e amor (Is 6:4,8; 1Jo 4:18; Hb 12:21; Sl 47:2).
O mesmo Moisés que chegou a dizer “estou apavorado e trêmulo(Hb 12:21), e ainda, “Quem conhece o poder da Tua ira? Pois o Teu furor é tão grande como o temor que te é devido(Sl 90:11), é o mesmo Moisés que disse “Senhor Tu és o nosso eterno refúgio...” (v.1)Satisfaze-nos pela manhã com o Teu amor leal, e todos os dias cantaremos felizes(v.14). Ou seja, quem tem temor do Senhor sabe que Deus é terrível mas também é amor. Sabe que Deus é temível mas também é amável. E Ele providenciou um meio para que possamos ir além da Sua santa ira e chegar a conhecer o Seu santo amor. A cruz é esse meio. Nela Ele despejou toda a sua ira e furor contra os nossos pecados. Se Ele a despejasse sobre nós, com certeza seríamos consumidos no primeiro segundo. Por isso Ele fez isso sobre o Único que poderia suportar, Seu próprio Filho, Jesus – o santo e o justo. Sobre Ele é que a ira de Deus contra a iniquidade foi despejada, e NEle o nosso pecado foi castigado. Mas também, nEle o amor de Deus nos foi revelado. Se no temor do Senhor estão unidos e perfeitamente equilibrados o pavor e o tremor, na cruz estão também a ira e o amor de Deus, a justiça e a misericórdia, o furor e a graça. Aleluia! Louvado seja Deus. É por esta razão que somente o temor do Senhor nos pode levar à cruz. Quem tem esse temor entende o mistério dos opostos da salvação. Não é por acaso que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, pois ele nos leva à cruz de Cristo, e o Cristo da cruz nos leva a Deus.
O mais brilhante intelectual descrente desta terra é um ignorante perto do mais indouto crente que tem temor do Senhor, pois este simples crente será salvo, e o intelectual, se não se arrepender, será condenado. Grande é o mistério da graça salvadora de Deus, nosso Criador, Salvador e Senhor. Toda honra e toda glória sejam dadas a Ele, somente a Ele.
Esta é a essência da piedade. Ser piedoso, no contexto bíblico é ser temente a Deus. Um crente piedoso é um crente temente. Um crente temente serve a Deus não por medo, pois o perfeito amor lança fora o medo. Serve a Deus por amor. Não que ele não saiba que Deus também é terrível e temível, mas ele já não precisa ter medo, pois foi escondido com Cristo. A ira de Deus pára na cruz, e ao crente crucificado com Cristo chega agora somente o amor. Ele não despreza a ira, pois está crucificado com Cristo. Sabe o que é renúncia, entrega, sacrifício. Mas também sabe o que é dádiva, vida em abundancia, alegria, amor e paz.

2. Esperança e Evangelismo – “esperando o dia de Deus e apressando a sua vinda... – v.12
3.1. Esperança: O texto base desta mensagem diz também que, diante da inequívoca volta de Jesus, devemos viver com esperança. Mas esta é outra palavra que requer atenção, pois pode ser facilmente confundida com o conceito mundano de esperança. O que é então esperança no contexto bíblico?
O apóstolo Paulo nos ajudará a entender que, de certa forma, esperança cristã é o futuro no presente. “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2Tm 4:8). Veja que Paulo sabe que a coroa lhe será dada somente “naquele dia”, mas ao mesmo tempo ela lhe está reservada “desde agora”. Portanto, esperança é o futuro no presente. Trata-se de uma certeza, e não de uma mera possibilidade. O cristão sabe que o céu é lindo, que o Rei dos reis governa sobre tudo e todos, que a história está sob o poder de Suas mãos, e que Cristo voltará. Mesmo sem provas científicas, a esperança e a fé geram no crente a certeza das coisas que se esperam e não se veem. Podemos meditar agora sobre os resultados e benefícios da esperança escatológica na nossa vida terrena.

3.1.1 Fonte de consolo (Consolai-vos uns aos outros com estas palavras1Ts 4:18): Paulo nos aconselha a usar a mensagem da volta de Jesus como fonte de consolo. Especialmente nos momentos de luto. Quando perdemos alguém que nos é querido, a esperança cristã nos dá força para prosseguir a caminhada da vida. Crentes em Cristo nunca se despedem para sempre, apenas marcam um glorioso reencontro.

3.1.2 Fonte de ânimo para perseverar (“Amados, escrevo-vos agora esta segunda carta, em ambas as quais desperto com exortação o vosso ânimo sincero” 2Pe 3:1. // “Aquele que perseverar até o fim será salvo” – Mt 24:13): Em 2Pe 3:1 o pastor e apóstolo Pedro está dizendo claramente que a fé e a esperança na volta do Senhor nos darão ânimo para avançar na jornada cristã, até o fim. A vitória final é somente para os que perseveram até o fim. A volta de Jesus será o sinal visível de Seu triunfo eterno sobre todos os seus inimigos. Por isso Jesus também pôde nos dizer: “No mundo terei aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo(Jo 16:33).

3.1.3 Fonte de sentido (eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia2Tm 1:12): Quando nada parece fazer sentido, quando os absurdos da vida nos assaltam, quando as incógnitas e injustiças do mundo nos assolam, a esperança na volta do Senhor (naquele grande dia) dá sentido para a nossa existência. O sentido vai além da explicação. Não há lógica que possa fornecer sentido. Há pessoas que estão vivendo uma vida terrena abastada. Tudo está nos conformes, no seu devido lugar; família, trabalho, amigos, etc. Mesmo assim tais pessoas sentem que ainda lhes falta algo. O crente, por sua vez, pode até estar passando por grandes dificuldades e sofrimentos, todavia, não lhe falta sentido para a vida. Ele sabe para onde olhar, para onde correr, e sabe exatamente para onde está indo – “eu sei em quem tenho crido...”. Há um sentido Maior para a sua vida.

4.2 Evangelismo é: Quando Pedro diz que devemos apressar a vinda do Senhor ele está dizendo que devemos evangelizar o mundo. Vários mestres da Teologia na história da igreja fizeram esta mesma afirmação com base em alguns textos bíblicos, especialmente o de Mateus 24:14, que diz: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em todas as nações, e então virá o fim” – palavras do próprio Jesus. Portanto, a melhor forma de prepararmos os caminhos da volta do Senhor é pregando e levando o Seu Evangelho a todas as nações. Nossa maior missão é evangelizar o mundo.
Mas o que é evangelizar? Em primeiro lugar, evangelizar não é colonizar, como fazem os muçulmanos onde podem e como fizeram os cristãos católicos há mais de quinhentos anos quando vieram colonizar o Brasil. Impor o evangelho é na verdade impor o cristianismo, e as duas coisas são diferentes. O cristianismo é uma criação mais nossa do que de Deus. Jesus não usou a palavra cristianismo, e sim a palavra evangelho.  Evangelho foi algo que Deus trouxe ao mundo através de Seu Filho Jesus. Impor o cristianismo é jogar sobre os ombros das pessoas o pesado e terrível fardo humano da religião. Este fardo não tem nada a ver com o fardo de Jesus. Levar o Evangelho é testemunhá-lo, vive-lo e proclamá-lo, deixando as pessoas livres para escolherem se vão querer ou não o fardo e o jugo de Jesus, que é suave e leve (Mt 11:30).
Por muito tempo ouvi dizer que evangelismo é falar de Jesus. Após alguns anos estudando e servindo ao Senhor descobri que é mais que isso. Evangelismo é levar O Evangelho.

4.2.1 Levar o Evangelho: Para entender essa questão, é necessário empreendermos uma busca por uma compreensão maior sobre o significado do Evangelho. Ele não é apenas um discurso, uma doutrina teológica. A Bíblia diz que o Evangelho “é o poder de Deus para a salvação...” (Rm 1:16). Será que Deus salva apenas através de nossos sermões? O Evangelho é mais que discurso, é atitude, é postura, é testemunho, é amor.

4.2.2 O Evangelho é Jesus: A forma mais sublime de pensar o Evangelho é pensar em Jesus. Sim, O Evangelho puro, verdadeiro e pleno é o próprio Jesus. A palavra Evangelho significa “boas novas”. E quais foram as boas novas que os anjos de Deus anunciaram aos pastores de Belém, senão a chegada do próprio Filho Unigênito de Deus, Jesus? Se Lutero estava certo em considerar João 3:16 como o Evangelho em miniatura, o que este famoso versículo da Bíblia Sagrada diz senão que Deus nos deu Jesus para a nossa salvação? Feito essas duas considerações, podemos afirmar que evangelismo é levar o Evangelho pleno ao mundo todo, anunciando, testemunhando e vivendo Cristo entre as nações da terra, manifestando assim a multiforme graça de Deus.

II. CONCLUSÃO
            As quatro atitudes da Igreja diante da inequívoca volta de Jesus são:

1) Santidade – vida de obediência aos mandamentos bíblicos do Senhor, vida esta que emana da vida do próprio Deus para nós, em nós e através de nós; vida esta que evidencia e comprova a nossa salvação diante dos olhos do mundo ao nosso redor.

2) Piedade – vida de temor a Deus, um equilíbrio perfeito entre o pavor gerado pela ira de Deus contra o pecado, e entre o amor gerado pelo próprio amor de Deus por nós demonstrado na cruz do calvário. Viver em piedade é viver diante de Deus, isto é, em Sua presença, e essa vida se manifestará inevitavelmente em nossas obras, nosso jeito de ser e estar no mundo.

3) Esperança – a certeza de que Cristo voltará, e de que não estamos sozinhos nem abandonados no mundo. Esperança é a força que nos leva a continuar vivendo a vida cristã, é a confiança inabalável em nosso coração de que vai valer a pena chegarmos diante dEle naquele Dia, quando veremos a Sua Face e desfrutaremos do futuro glorioso que Ele nos prometeu.

4) Evangelismo – é preparar os caminhos para a segunda vinda de Jesus, tal como João Batista preparou os caminhos da Sua primeira vinda. É levar, isto é, viver, testemunhar e proclamar o Evangelho pleno ao mundo todo. Este Evangelho, bem entendido, é o próprio Cristo. Viver a vida de Cristo é viver o Evangelho. A vida de Cristo em nós precisa se manifestar entre os homens de todas as nações da terra, então virá o fim.




[1] BLAINEY, G. Uma breve história do cristianismo. São Paulo: Fundamento, 2012. p.69.
[2] BEPC. Dicionário Grego do Novo Testamento de James Strong anotado pela AMG. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. p. 2219.