Google+ Followers

28 setembro, 2017

Paulo: o fazedor de tendas

PAULO: O FAZEDOR DE TENDAS
*Pouco depois de sua conversão, Paulo foi para a Arábia (onde ficou 3 anos).
*Quando voltou, não obteve sucesso em Jerusalém, e foi rejeitado.
*Teve que se retirar, e foi para Tarso (onde permaneceu 14 anos no anonimato).
*Ao invés de pregar, seu trabalho principal era fazer tendas.
*Só após 17 anos de deserto é que Barnabé o levou para Antioquia,
onde serviram por 1 ano (já se somam agora 18 anos).
*Fez sua primeira viagem missionária sob a liderança de Barnabé (2 anos; total: 20 anos).
*Quando voltou, teve que lidar com a oposição dos judaizantes;
*Mas Deus disse que ele deveria continuar estendendo a tenda caída de Davi (At 15:1-19),
Uma tenda para todos os povos (Is 56:7).

*Quando se converteu, Paulo não mudou de personalidade,
só mudou de direção: continuou sendo extremista, mas agora estava do lado certo.
*Paulo não mudou de ofício, só mudou o caráter do seu ofício.
*Davi passou alguns anos no anonimato pastoreando ovelhas,
para depois pastorear a nação de Israel;
*Paulo passou 17 anos no anonimato construindo tendas, e mais 3 sendo preparado,
para só então levantar a tenda caída de Davi ao redor do mundo gentílico em suas próprias viagens missionárias.
*Deus transforma sem falsificar. Transformação não é mutação.
*Valorize o deserto. Deus está nele com você. Tudo vai fazer sentido depois.

Autor: seu irmão em Cristo, Éder Carvalho.
www.edercarvalho.com

25 agosto, 2017

Adoração, louvor e liturgia no Discipulado


Ev. Éder Carvalho[1]

INTRODUÇÃO


[trabalho desenvolvido inicialmente para o departamento de DISCIPULADO da IEADJO - www.discipuladojoinville.com.br - em 2013]


                As contribuições do louvor para o discipulado são muitas. Discipulado e adoração caminham juntos. Ao contrário do que muitos pensam, as reuniões informais de discipulado também fazem uso da liturgia. Uma compreensão adequada do real conceito de adoração, louvor e liturgia, faz-se necessária para que possamos alcançar resultados ainda melhores no discipulado. Tanto a adoração quanto o discipulado buscam o mesmo objetivo: levar pessoas a Cristo. A Bíblia nos apresenta princípios que nos ajudarão a atingir este alvo ministerial.

O PRINCÍPIO DA ADORAÇÃO NO DISCIPULADO

O discipulado interfere em todas as áreas da vida. Um mestre não poderá imaginar que estará sendo seguido e imitado apenas nos momentos em que se reunir formalmente com seus discípulos. Na verdade, o tempo todo ele estará sendo observado e estará ensinando mais com suas atitudes do que com suas palavras. Foi assim com Jesus e seus discípulos. O Mestre dormia, acordava, comia, andava, orava, ensinava, curava, ou seja, fazia absolutamente tudo cercado por seus discípulos. Tudo o que as multidões viram e ouviram não chegou à metade do que os doze apóstolos puderam testemunhar de Jesus. Isso é tão verdadeiro que o discípulo amado (João) pôde dizer no último verso de seu evangelho: “Ainda há muitas outras coisas que Jesus fez. Se todas elas fossem escritas, uma por uma, acho que nem no mundo inteiro caberiam os livros que seriam escritos” (Jo 21.25 – NTLH). Se alguém quiser ser bem sucedido na tarefa de levar seus discípulos a tornarem-se parecidos com Cristo, terá que viver uma vida de adoração, ou seja, uma vida para a glória de Deus. Um discipulador de Cristo segundo o coração de Deus é alguém que vive para a glória de Deus – tudo o que ele faz (tudo mesmo) deve ser em santidade, adoração e honra ao Senhor da glória – “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Rm 11.36 – ARA). Para glorificar a Deus em tudo, basta ser transparente e estar seguindo a Jesus; pois assim, olhando para o discipulador, o discípulo verá a glória do Mestre por excelência, Jesus. Desta maneira, entendemos que a adoração está direta e intimamente associada ao discipulado. Adoração e discipulado podem e devem caminhar juntos.
Adoração e doutrina apoiam-se mutuamente, porque um culto oferecido na ignorância evapora (Jo 4.22; At 17.23), carece de substância e de verdade [...] Jesus convocou seus discípulos a discipularem todas as nações (Mt 28.19, segundo o grego). O primeiro passo foi o batismo que representava um compromisso público, total, com Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito. Em seguida, Jesus ordenou aos apóstolos que ensinassem aos futuros discípulos da segunda geração a “guardar todas as coisas” que ele ensinara a seus seguidores. Esses ensinos foram exemplos práticos em torno de uma nova compreensão do relacionamento com Deus.[2]
A palavra “relacionamento” faz parte da essência do conceito de adoração, bem como do conceito de discipulado. Esta é uma palavra central. Não existe adoração, nem discipulado, se não houver relacionamento íntimo com o Senhor e com o próximo, em amor frutificado pelo Espírito Santo de Deus. Além disso, um dos maiores desafios do discipulador dos últimos tempos é ajudar o novo convertido (o discípulo) a contextualizar-se no ambiente da congregação. Obviamente que o discipulador não tem qualquer dificuldade de viver inserido no contexto da igreja, mas para um novo convertido, o ambiente eclesiástico é um mundo totalmente novo. Certamente esse discípulo precisará de um acompanhamento para que ele consiga adaptar-se à nova realidade – sem desistir da fé. Esta é mais uma razão para levarmos a sério a prática e a compreensão do princípio da adoração no discipulado, pois, como nos apresenta a primeira carta do apóstolo Pedro,
a igreja... é um templo espiritual, construído para a glória de Deus e para a adoração a ele (v.5). É sacerdócio santo, com o propósito de oferecer sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus mediante Jesus Cristo (v.5) [...] A igreja é formada pelo chamado do próprio Deus, a fim de anunciar ‘as grandezas daquele que [... a] chamou das trevas para sua maravilhosa luz’. Enfim, Deus conclamou a igreja de Cristo à existência com a finalidade de ser uma comunidade adoradora”.[3]
Enquanto comunidade adoradora, a igreja pode e deve levar para além dos limites de seu templo físico, o princípio da adoração, oferecendo assim, aos novos convertidos, algo que eles poderão experimentar em suas próprias casas, e que também encontrarão nos cultos realizados no templo.
A trajetória dos discípulos de Jesus sem o Cristo presente em carne na terra começou, aconteceu e terminou em adoração. Lucas relata que Jesus escolheu cuidadosamente o lugar para a sua ascensão. Ele já estava em Jerusalém quando disse: “Eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49 – ARC). Tendo dito isso, Jesus os leva cerca de 1Km de distância, a um lugar que lhe havia sido muito hospitaleiro, Betânea. Ali moravam Lázaro, Marta e Maria. E foi nesse lugar, mais precisamente o monte das oliveiras, que Jesus ascendeu aos céus (At 1.10-12). Quando lemos os evangelhos não conseguimos deixar de associar a palavra “comunhão” a esse lugar chamado Betânea. E foi exatamente neste cenário que iniciou o ministério apostólico. “Estando ainda a abençoá-los, Ele os deixou e foi elevado ao céu. Então eles O adoraram, e voltaram para Jerusalém com grande alegria. E permaneciam constantemente no templo, louvando a Deus (Lc 24.51-53 - NVI). Note que eles adoraram quando ainda estavam em Betânea, adoraram enquanto voltavam para Jerusalém (com grande alegria), e continuaram adorando em Jerusalém, no templo, aguardando o cumprimento da promessa do derramamento do poder de Deus.
A essência da adoração é a entrega e o amor, e o resultado dela é santidade e ministério. Foi assim a vida dos apóstolos e discípulos da igreja de Atos – uma comunidade de irmãos que entregaram suas vidas em amor, santidade e ministério. Estevão vivia em santidade ao Senhor, pois era homem de boa reputação (At 6.3a). Desenvolvia seu ministério diaconal e evangelístico (6.5,8; 7.2-53), e em amor perdoou seus assassinos e entregou seu espírito a Deus (vs. 59-60). Se Estevão não fosse um verdadeiro adorador, não poderia ter entregado seu espírito a Deus, pois os verdadeiros adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade (Jo 4.23-24). Sem dúvida, um ato de entrega é um ato de adoração. Não podemos negar que um verdadeiro adorador, conseqüentemente, será também um discipulador de Jesus, pois, como já foi dito, aquele que viver em verdadeira adoração viverá também em amor, entrega, santidade e ministério.

O LOUVOR NO DISCIPULADO

Tanto o louvor quanto o ambiente caseiro têm poder de derrubar as barreiras da formalidade. A reunião nas casas proporciona um ambiente informal e familiar bastante vantajoso para a ministração da Palavra de Deus. Esse tipo de ambiente deixa as pessoas mais a vontade, e isso é muito bom para o fluir da ministração.
Podemos compreender que o louvor nos lares formará uma ponte entre as casas e o templo. Afinal, a igreja é uma “comunidade de adoração, chamada à existência pelo próprio Deus, não como instituição social ou local conveniente de encontro para aqueles que são congregados por interesses individuais e experiência religiosa individual, mas como o corpo de Cristo no mundo”.[4] Isto é, ao ministrarmos discipulado e adoração na casa de um novo convertido, ele já estará habituando-se ao ambiente e aos elementos espirituais presentes no culto do templo. Nos últimos dias, há uma frustração generalizada com as instituições – inclusive a igreja. Mas, se pudermos contar com bons discipuladores – pessoas de caráter e cheias do Espírito Santo – poderemos quebrar esta barreira. Seria um grande prejuízo se não conseguíssemos construir essa ponte entre as casas e o templo para os novos convertidos, afinal, “a comunhão dos cristãos é a esfera na qual a herança de Deus é encontrada, da mesma forma que é certo dizer que através da Sua igreja, a verdade do propósito de Deus se torna conhecida e declarada (3.9-11 e 18)”.[5] Certamente, o louvor no discipulado é um recurso eficaz de integração do novo convertido ao ambiente congregacional.
Em qualquer situação, a música tem o poder de tocar a alma e abrir portas no coração das pessoas, isto é, a música motiva o indivíduo a interessar-se e aceitar o que está sendo proposto. “A música estimula emoções que, por sua vez, motivam a vontade e a confiança”.[6] “A música tornou-se a maior das artes. Ela nos domina emocionalmente e, ainda assim, não pode ser facilmente analisada. Seu conteúdo vai além daquilo que podemos verbalizar”.[7] Desde sempre a arte demonstrou capacidade de estimular os sentimentos e pensamentos mais escondidos no coração do ser humano – no discipulado e no evangelismo não é diferente. A igreja sempre se beneficiou da música de louvor, sem segundas intenções. E foi justamente essa pureza de intenções que garantiu o sucesso da igreja. Sempre se buscou a ajuda da música, não simplesmente para trazer crescimento, mas por uma necessidade própria e pelo puro desejo de adorar a Deus. Desta forma, a igreja executou a verdadeira adoração, que deve ser pura e sincera. E porque assim foi, o Senhor abençoou a igreja também através do louvor. Prova disso é que nossos pioneiros logo sentiram a necessidade de ter em mãos um hinário, pois desejavam ter um culto mais rico, além de produzir teologia identificadora. Depois de já terem usado o hinário Salmos e Hinos, criado pelas igrejas históricas, foi compilado o primeiro hinário próprio, O Cantor Pentecostal, e em 1922 foi lançada em Recife, PE, a primeira edição da Harpa Cristã.[8] Através das letras dos hinos, a igreja foi estampando sua identidade teológica e o povo foi assimilando a mesma, pois a poesia musicada facilita muito a memorização, a compreensão e a reprodução de conteúdos. Definitivamente, o louvor na Assembléia de Deus (AD) sempre foi uma ferramenta muito poderosa na edificação da fé dos crentes e salvação de almas. O louvor também era muito importante na igreja primitiva. “A música sustenta, dá coragem e anima os que se sentem isolados ou alienados. Os primeiros mártires lançados às feras na arena foram fortalecidos pela música, para enfrentarem a entrega da oferta máxima de sua fé”.[9]
Quando Salomão inaugurou o templo, no exato momento em que os levitas louvaram ao Senhor, a glória de Deus encheu o templo (2Cr 5.13-14). De fato, a adoração e o louvor têm o poder de atrair a presença de Deus. Os discípulos da igreja primitiva perseveravam na adoração e comunhão, na aliança entre Deus e os salvos – no partilhar e no amor. O apóstolo Paulo nos ensina que o louvor traz edificação e crescimento espiritual para os discípulos de Jesus. O apóstolo instruiu os discípulos de Jesus em Colossos a ensinarem e aconselharem uns aos outros, cantando salmos, hinos e cânticos espirituais, de coração e com sincera gratidão a Deus (Cl 3.16).[10] Sim, a igreja apostólica também fazia uso do louvor nas casas, por tanto, é fato comprovado historicamente que o uso do louvor nos lares é muito vantajoso e produtivo tanto para os discípulos quanto para os discipuladores.

A LITURGIA NO DISCIPULADO

                Liturgia é simplesmente o conjunto e a organização dos elementos e atividades que incluímos no nosso culto ou reunião. Segundo Kirst, “liturgia é um conjunto de elementos e formas que integram o culto”.[11] É impossível cultuar a Deus sem liturgia. Precisamos escolher o que faremos em nossa reunião, e como faremos – e isso é liturgia.
No discipulado, que quase sempre acontece nas casas, também precisaremos fazer uso da liturgia, para que possamos alcançar nosso objetivo da melhor forma possível. Trata-se de uma reunião informal, mas que tem um alvo definido: levar o discípulo a compreender, crer e desejar praticar os ensinamentos e ordenanças bíblicas do Senhor Jesus, para que o discípulo seja realmente discípulo de Jesus. Tendo esta meta em mente, como podemos organizar nossa liturgia?
Minha sugestão é:
·         Conversa informal (quando chegamos na casa do discípulo)
·         Oração inicial (simples, clara e rica em significado e conteúdo bíblico)
·         Louvor e adoração (no máximo 2 louvores)
·         Exposição da lição de discipulado (sempre abrindo espaço para interação)
·         Oração final (talvez com menção de pedidos específicos de oração)
·         Conversa final
As conversas às quais me refiro são muito importantes, pois através delas podemos construir um vínculo de amizade e confiança com a família que estamos discipulando. Os discipuladores devem ser cordiais, carismáticos, sinceros e espontâneos. A conversa deve ser sempre saudável, edificante, informal, simples e descontraída. Acredite, ela faz parte da liturgia. Sim, porque através desse recurso podemos conquistar o direito de sermos ouvidos. O coração das pessoas vai sendo preparada para a Palavra, por tanto, essa conversa faz parte da nossa ministração.
A oração deve ser apropriada para o discipulado. Devemos considerar que o novo convertido não está acostumado com a linguagem dos crentes. O exemplo das línguas estranhas é esclarecedor. O novo convertido, ou mesmo uma pessoa que ainda não se converteu genuinamente ao Senhor Jesus, pode sentir-se constrangido e deslocado se começarmos a orar em línguas estranhas na casa dele. Nesta situação, as palavras do apóstolo Paulo encaixam-se perfeitamente: “...prefiro dizer cinco palavras que possam ser entendidas, para assim ensinar os outros, do que dizer milhares de palavras em línguas estranhas” (1Co 14.19). Não estou desencorajando, de maneira alguma, as manifestações espirituais do Senhor. Apenas chamo a atenção para os nossos próprios exageros. O Espírito Santo sempre saberá o que fazer e como fazer – na dose e circunstância certas.
Os louvores devem ser simples e ricos em letra. Temos muitos hinos da Harpa Cristã e outros louvores que exaltam o nome do Senhor, apresentam a salvação e o evangelho, e trazem uma mensagem bíblica de esperança. É interessante ter a letra dos louvores escrita em um papel (de preferência feita no computador para ficar mais legível), para facilitar a participação dos novos convertidos. No caso dos hinos da Harpa Cristã, obviamente que devemos usar a própria Harpa como um hinário impresso nas mãos do discípulo. Dê preferência para a execução própria dos louvores, com violão ou algum outro instrumento de acompanhamento – esse seria o ideal. Porém são poucas as pessoas que sabem tocar algum desses instrumentos. Se não for possível, pode-se fazer uso de um aparelho de CD. O play-back não é indicado para a reunião caseira de discipulado. É preferível o próprio CD com a voz do cantor, e então todos podem cantar juntos, tendo o som do CD como referência.
A exposição das lições deve ser clara, didática e fiel ao propósito e conteúdo da lição. Lembre-se que você está fazendo discípulos de Jesus e também representando sua igreja. Não queira usar o discipulado para implantar suas próprias idéias “revolucionárias de liderança e ministério” – um homem de honra não faria isso. Nossa lição é de muita qualidade bíblica e teológica. Os propósitos do discipulado estão bem definidos nela. Aproveite esta benção de Deus que temos nas mãos.
Encerre com uma oração. Sabemos que na oração o Senhor pode fazer coisas extraordinárias, pois Ele sempre ouve as orações do Seu povo. Além disso, você estará ensinando seus discípulos a orarem. Aos poucos eles vão conseguindo sentir-se a vontade e desenvolvendo intimidade com Deus e fluência no relacionamento natural e espontâneo com Ele. A oração é também um elemento que ajuda na integração do novo convertido à congregação.
Observamos ainda que isso tudo deve permanecer no limite máximo de uma hora, para não tornar cansativo o compromisso semanal do discípulo em receber o discipulador. Obviamente que em algumas situações, a reunião pode acontecer na igreja, ou mesmo na casa do discipulador, embora o mais indicado seja mesmo a casa do discípulo.

Sugestão de repertório para o discipulado

                Cada lição da nossa revista de discipulado trata de um tema em específico. É interessante escolher louvores que transmitam, ao menos em suma, a mesma mensagem da aula. Quando louvor e exposição alinham-se no mesmo tema, o resultado é melhor. Então, segue a minha sugestão:

Discipulado – Estudo n° 1: Quem é Jesus?
Louvor: JESUS (Atmosfera de Adoração)
Hino da Harpa Cristã: MEUS PECADOS LEVOU - n°484.

Discipulado – Estudo n° 2: O pecado e o plano de Deus
Louvor: JESUS É O CAMINHO (Heloísa Rosa)
Hino da Harpa Cristã: CONVERSÃO - n° 15.

Discipulado – Estudo n° 3: O substituto dos nossos pecados
Louvor: PLANO PERFEITO (Atmosfera de Adoração)
Hino da Harpa Cristã: RUDE CRUZ - n° 291.

Discipulado – Estudo n° 4: A necessidade de escolher a Cristo
Louvor: VIVA COM DEUS (Ozéias de Paula)
Hino da Harpa Cristã: A ÚLTIMA HORA - n° 570.

Discipulado – Estudo n° 5: A nova vida
Louvor: RENOVA-ME
Hino da Harpa Cristã: QUE MUDANÇA - n° 111.

Discipulado – Estudo n° 6: Jesus Cristo, o Senhor
Louvor: ACLAME AO SENHOR (Diante do Trono)
Hino da Harpa Cristã: JESUS, O BOM AMIGO - n° 198.

Discipulado – Estudo n° 7: A vida abundante          
Louvor: DONO DO MEU CORAÇÃO (Diante do Trono)
Hino da Harpa Cristã: GLORIOSA PAZ - n° 178.

Discipulado – Estudo n° 8: As promessas de Deus
Louvor: DEUS DE PROMESSAS (Toque no Altar)
Hino da Harpa Cristã: FIRME NAS PROMESSAS - n° 107.

Discipulado – Estudo n° 9: O batismo no Espírito Santo
Louvor: VEM ESPÍRITO DE DEUS
Hino da Harpa Cristã: SENHOR, MANDA TEU PODER - n° 358.

Discipulado – Estudo n° 10: O discípulo de Cristo
Louvor: SEGUIREI O MESTRE (Nani Azevedo)
Hino da Harpa Cristã: GUIA-ME SEMPRE, MEU SENHOR - n° 141.

Discipulado – Estudo n° 11: O Batismo cristão
Louvor: QUERO DESCER (Diante do Trono)
Hino da Harpa Cristã: SE CRISTO COMIGO - n° 515.

Discipulado – Estudo n° 12: A ceia do Senhor
Louvor: NADA ALÉM DO SANGUE (Fernandinho)
Hino da Harpa Cristã: ALVO MAIS QUE A NEVE - n° 39.
Obs: no anexo (p.12) acrescentamos todas as letras dos louvores, exceto os hinos da Harpa Cristã.

A LITURGIA NO CULTO COM A PARTICIPAÇÃO DO DISCIPULADO

                Antes de apresentarmos uma sugestão de liturgia para o culto com a participação do discipulado, precisamos fazer algumas considerações gerais, válidas também para o congresso e para as oficinas, as quais também constam nas atividades do departamento.

Questões válidas para o culto do discipulado, o congresso de discipulado, e as oficinas de discipulado

                Está em nossa agenda a realização regular do culto com a participação do discipulado, o congresso e as oficinas de discipulado. A liturgia deve ser objetiva, dinâmica e clara, ou seja, bem organizada.
                Devemos considerar ainda que, especialmente o culto e o congresso, são excelentes  oportunidades para ganharmos novos discípulos. Para tanto, três coisas são necessárias:
1)      Orar para que o Espírito Santo atraia pessoas não crentes para os cultos, através do convite dos irmãos, e orar para que, no culto, tais pessoas rendam-se ao Senhor Jesus recebendo-o como Senhor e Salvador.
2)       Instruir previamente os irmãos da congregação a orarem, e convidarem não crentes para o culto. Além disso, o departamento de discipulado local deve contar com irmãos capacitados para, após a oração final, conversarem com aqueles que receberam Jesus, tomarem seus dados (telefone, e-mail, endereço, etc), para agendarem uma visita – a qual deve acontecer o mais rápido possível.
3)      Informar o pregador deste propósito, para que ele prepare um sermão que seja, além de instrutivo para os irmãos da igreja, evangelístico.
Sobre o sermão, precisamos esclarecer melhor. Ele deve ser evangelístico, como já falamos, mas também deve voltar-se para os crentes, com o objetivo de despertá-los para o ministério do discipulado. Um bom pregador saberá alcançar este objetivo. Uma mensagem pode sim, ser apropriada tanto para crentes quanto para não crentes. Assim sendo, precisamos fazer uma observação que ajudará os líderes de departamento a fazerem a escolha do preletor.

Critérios para a escolha do pregador

                O pregador deve ser, em primeiro lugar, um verdadeiro crente – obviamente. Pode parecer obvio demais, mas precisamos falar sobre isso, pois infelizmente, muitos pregadores de mal-intencionados têm subido em nossos púlpitos. Para evitar isso, devemos nos certificar de que o indivíduo seja membro em plena comunhão com a igreja. Além disso, é bom que alguém da congregação conheça o tal pregador, para saber se é homem de caráter, cheio do Espírito Santo e conhecedor das Sagradas Escrituras. Isso evita que lobos vestidos de ovelhas se aproximem do rebanho.
                Em segundo lugar, deve ser um obreiro preparado. Obreiro que não estuda seriamente a Bíblia Sagrada não serve pare assumir a tribuna em nossos cultos. Especialmente em uma cidade privilegiada como a nossa (Joinville – SC), que oferece os cursos básico, médio e avançado em teologia através da Faculdade Refidim, EPÓs, EBOJ, Escola Bíblica Dominical, e ainda os cultos de terça-feira. Definitivamente, é inadmissível um pregador subir ao púlpito sem o conhecimento necessário para expor uma mensagem radicalmente bíblica e profundamente relevante para a igreja do Senhor.  
                Também é importante falar sobre a questão financeira. De maneira geral, todos admitem que pregadores itinerantes (ou seja, que vivem de ofertas e sustentam suas famílias através desse recurso) não estão errados em pedirem um determinado valor em dinheiro para atender o convite. Discordamos apenas quando esse valor é injusto, incoerente e alto demais. O departamento deve tomar cuidado com isso, sem deixar de ser gênero – dentro do possível. Temos bons pregadores que não dependem das ofertas, e fazem questão de não recebê-las, convidá-los será sempre positivo – o que não exclui, de maneira alguma, os itinerantes que servem ao Senhor com pureza de coração e propósitos nobres. 

Sobre os louvores
                De preferência, a mensagem dos louvores deve harmonizar-se com o propósito do culto e do evento em questão, que é exaltar a Jesus, Senhor e Mestre de todos nós, e despertar e capacitar a igreja para a necessidade de abraçar o desafio do discipulado. Os crentes devem voltar para suas casas motivados e decididos a orar, contribuir, evangelizar, e fazer novos discípulos para o Senhor Jesus. Portanto, é necessário que os dirigentes e líderes de departamento do discipulado reúnam-se previamente para planejar a liturgia, bem como dialogar com os irmãos que irão tocar e cantar, para sugerir-lhes que escolham louvores temáticos – ou seja, que de alguma forma falem sobre o discipulado. Estamos falando de foco.
                Os louvores congregacionais e os hinos da Harpa Cristã são mais participativos do que os hinos especiais (geralmente cantados com play-back), por tanto, apesar de também serem importantes, os hinos especiais não devem tomar o espaço dos hinos da harpa e dos louvores congregacionais. Há, contudo, uma exceção. Se a igreja não dispuser de um grupo de louvor, obviamente não será possível ministrar os louvores congregacionais – infelizmente.

A LITURGIA NO CONGRESSO DE DISCIPULADO

                Para esta ocasião, consideremos que, na maior parte das vezes, esse culto acontecerá no domingo. Tradicionalmente, domingo é o culto da família. Portanto, os dois propósitos devem caminhar juntos. Precisamos planejar a liturgia de maneira tal que o culto seja da família com a participação do discipulado. Não há qualquer dificuldade nisso, pois, obviamente, o discipulado também envolve e abrange toda a família. Então, a liturgia seria:
·         Abertura com oração (ou um breve louvor, seguido da oração)
·         Hinos da Harpa Cristã (não mais do que dois, e de preferência que falem sobre discipulado)
·         Leitura bíblica oficial (escolher, preferivelmente, um texto que não fuja do tema – discipulado)
·         Oração pelos pedidos e necessidades
·         Apresentação (tomar o cuidado de anotar corretamente o nome dos visitantes, para que eles sintam-se bem e queiram voltar sempre. Ser cordial, ético e sábio na apresentação)
·         Confraternização (ao som de um louvor. Instruir os irmãos da igreja a não deixarem de cumprimentar os visitantes, especialmente os não crentes, com um amoroso aperto de mão, e/ou abraço, e uma boa palavra de saudação e benção)
·         Hinos especiais (no máximo dois. Seria ideal se a letras destes hinos também falasse sobre discipulado e salvação)
·         Breve palavra do pastor, ou de um dos líderes do departamento do discipulado (falar sobre o trabalho discipulado, para fortalecê-lo de uma forma geral)
·         Louvores congregacionais com o grupo de louvor (no máximo 20 minutos, se o grupo for bom e ungido). Se a igreja não dispuser de um grupo de louvor, utilizar então mais um hino especial.
·         Pregação da mensagem bíblica (no mínimo 30 minutos. No máximo 50, se o pregador for bom)
·         Oração final, sempre com convite para salvação (não esquecer de organizar os irmãos que abordarão os novos convertidos e anotarão seus dados pessoas necessários para manter contato e agendar visita)

A LITURGIA NA OFICINA DE DISCIPULADO

                As oficinas são constituídas de palestras instrutivas. Trata-se de um treinamento teórico e prático para discipuladores e demais envolvidos no departamento de discipulado.
                Uma oficina eficaz não poderá oferecer menos de 4 palestras. Há muito conteúdo a ser passado aos irmãos no tema do discipulado. Aliás, este é um dos temas mais difundidos na Bíblia Sagrada. Por tanto, recomendamos um mínimo de 4 palestras. Haverá situações em que se conseguirá oferecer até 6 ou 7 palestras. Esse número vai depender da agenda, das possibilidades e discurso de cada distrito.
                Cada palestra deve ter no mínimo 45 minutos e no máximo 1 hora, para não tornar-se cansativo demais. Os alunos precisam de tempos de intervalos para descansar e assim conseguirem manter a capacidade de concentração, absorção e aproveitamento. É indispensável, portanto, oferecer nesses intervalos um coffee-break – ou seja – um cafezinho com bolachinha, etc.
                Precisamos dar preferência à palestrantes que tenham envolvimento com o discipulado. Quando um palestrante é também discipulador, ele tem conhecimento de causa e autoridade para falar e ensinar os discipuladores do corpo de membros da igreja.
                Tão importante quanto ser um discipulador, é o conhecimento bíblico-teológico do palestrante. Há pessoas que são usadas por Deus para ganhar almas e fazer discípulos, mas não têm talento e habilidade para ensinar discipuladores. Estamos falando de comunicação, didática, segurança, etc. Melhor ainda seria se os professores tivessem passado por estudos formais em teologia. Não nos enganemos, formação acadêmica é positiva – sem dúvida alguma.
                Cada congregação/distrito deverá analisar qual a melhor organização em seu caso. Começar na sexta, ou no sábado. Períodos matutinos, vespertinos, noturnos. Quantas palestras serão ministradas (já indicamos que devemos admitir um mínimo de 3 palestras), etc. Basta observar as recomendações básicas que aqui listamos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ser um verdadeiro adorador significa ter uma vida totalmente consagrada e entregue ao Senhor, e o discipulado também requer tudo de nós. O louvor nos ajuda a expressar essa entrega, enquanto que a liturgia organiza nossa ministração de discipulado, à qual tem o objetivo de levar os pecadores a um relacionamento vital com Cristo. A adoração, o louvor, e a liturgia, nos ajudarão a integrar os novos convertidos ao ambiente da igreja. Como discipuladores, precisamos construir uma ponte entre as casas e a igreja, e todos os recursos disponíveis devem ser usados.
Relacionamento é uma palavra chave no discipulado e na adoração. Precisamos de intimidade e amor para com Deus e com o próximo. A questão é de tudo ou nada. Não podemos falhar na compreensão das verdades bíblicas relacionadas ao nosso tema, pois a ignorância nos leva ao oposto da verdade, e em se tratando de discipulado cristão, a verdade é a nossa única opção. Isso significa dizer que, em hipótese alguma, não podemos falhar no amor, porque no Reino de Deus, nada que alguém possa fazer substitui o amor. Por isso, tanto os discipuladores quanto os adoradores devem levar a sério as seguintes palavras de Jesus: “Se alguém vem a mim e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo” (Lc 14.26 – NVI).
A Deus seja a glória para sempre! Amém.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FOULKES, Francis. Efésios: introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova e Mundo Cristão.
MARTIN, Ralph P. Adoração na igreja primitiva. São Paulo: Vida Nova, 2012
Novo Testamento interlinear grego-português. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004.
REFIDIM, Faculdade Teológica. Liturgia e introdução à música. 2 ed. Joinville: Editora Refidim, 2006.
ROOKMAAKER, H.R. A arte não precisa de justificativa. Viçosa: Ultimato, 2010.
SHEDD, Russel. Adoração Bíblica: os fundamentos da verdadeira adoração. São Paulo: Vida Nova, 2007.

ANEXO

Estudo n° 1: Quem é Jesus?
Louvor: JESUS (Atmosfera de Adoração)
Você não precisa saber como orar, / Você só precisa saber como chamar

Esse nome de Jesus... Jesus!

Bradando em fervor, ou sussurrando em temor. 

Em meio à multidão, ou a sós com o Senhor, / Diga: “Jesus! Jesus!”

                               Jesus! / Como eu amo esse nome, Jesus!

                               Ele é o mesmo a cada dia, Jesus!

                               É o amado da minh’alma. Jesus!

                               Há poder nesse nome, Jesus!

                               A minha vida transformou, Jesus!

                               Meu salvador e meu Senhor.

Estudo n° 2: O pecado e o plano de Deus
Louvor: JESUS É O CAMINHO (Heloísa Rosa)
Não se turbe o vosso coração / Crede em Deus e também em Mim
Na casa de Meu Pai há muitas moradas.
Se não fosse assim, eu não teria dito / Vou preparar-vos um lugar.
Eu virei e vos levarei para Mim mesmo.
Vós conheceis o caminho para onde Eu vou
Eu sou o caminho, a verdade e a vida / Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim
Em verdade eu vos digo, porque eu vou para o Pai /
Mas aquele que crer em mim obras maiores fará.

Se Me amares verdadeiramente / Guardareis os Meus mandamentos /
Eu rogarei ao Pai, Ele vos dará o Consolador;
O Espírito da Verdade que o mundo não pode receber /
Mas Ele habita em vós / E estará em vós pra sempre.
Aquele que tem os meus mandamentos / E os guarda, esse é o que me ama
E se alguém me amar / Será amado do meu Pai
Eu também o amarei / E Me manifestarei a ele.

Quero te amar, mais Senhor (4x)

Estudo n° 3: O substituto dos nossos pecados
Louvor: PLANO PERFEITO (Atmosfera de Adoração)
Como ovelha muda / Foi levado ao matadouro,
Por causa dos meus pecados / Jesus se entregou por mim.
Mas seu plano é um plano perfeito / Sobre a morte Ele triunfou.
Está assentado a destra do Pai / Jesus ressuscitou!
Glória ao cordeiro que foi morto,
Glória ao cordeiro que foi morto,
Glória ao cordeiro que ressuscitou!

Como ovelha muda / Foi levado ao matadouro,
Por causa dos meus pecados / Jesus se entregou por mim.
Mas seu plano é um plano perfeito / Sobre a morte Ele triunfou.
Está assentado a destra do Pai / Jesus ressuscitou!
Glória ao cordeiro que foi morto,
Glória ao cordeiro que foi morto,
Glória ao cordeiro que ressuscitou!

Estudo n° 4: A necessidade de escolher a Cristo
Louvor: VIVA COM DEUS (Ozéias de Paula)
A dor é a mesma, em cada mortal / O medo da morte, no dia final
Como há de ser o dia do adeus / Na vida de quem não vive com Deus?
Viva com Deus
Agora e aqui, e não tenha medo de um dia partir
Por isso eu insisto nos conselhos meus
Aceite a Cristo e viva com Deus
Contemple a cruz e faça o que eu fiz / Aceite a Jesus e seja feliz.
A morte não tem nos domínios seus / Na vida de quem já vive com Deus.

A morte morreu no lenho da cruz / E quem a venceu foi Cristo Jesus.
Com mãos estendidas cheias de poder / Jesus dá a vida a todo que crer.

Estudo n° 5: A nova vida
Louvor: RENOVA-ME
Renova-me Senhor Jesus / Já não quero ser igual.

Renova-me Senhor Jesus / Põe em mim Teu coração.

Porque tudo o que há / Dentro de mim

Necessita ser mudado Senhor

Porque tudo que há / Dentro do meu coração

Necessita mais de Ti

Estudo n° 6: Jesus Cristo, o Senhor
Louvor: ACLAME AO SENHOR (Diante do Trono)
Meu Jesus, Salvador / Outro igual não há.
Todos os dias quero louvar / As maravilhas de Teu amor
Consolo, abrigo / Força e refúgio é o Senhor
Com todo o meu ser / Com tudo o que sou / Sempre Te adorarei.
Aclame ao Senhor toda a Terra e cantemos
Poder, majestade e louvores ao Rei
Montanhas se prostrem e rujam os mares
Ao som de Teu nome
Alegre te louvo por Teus grandes feitos
Firmado estarei, sempre Te amarei
Incomparáveis são Tuas promessas pra mim

Estudo n° 7: A vida abundante
Louvor: DONO DO MEU CORAÇÃO (Diante do Trono)
Rei do universo Te dou meu louvor / Com tantas bênçãos me cercas, Senhor.
Só Tu és a fonte de alegria e prazer / Melhor que a própria vida é Te conhecer
Tu és o dono do meu coração / Tu és o dono do meu coração
E não há outro / E não há outro.
Só Tu és o dono do meu coração / Só Tu és o dono do meu coração
Paz e família, abrigo e luz / Minhas necessidades supres todas em Jesus.
Mas nem o ouro e a prata podem satisfazer / A sede da minh'alma é a Ti pertencer.

Planos e sonhos Tu tens para mim / Eu maravilhado digo: 'Eis me aqui'
Quero agradar-Te e cumprir Teu querer / Caminhando em graça vou obedecer

Em minha jornada intimamente Te amar / Para que na glória quando o dia chegar
Ao contemplar Teu rosto eu venha reconhecer / O olhar tão doce que amou o meu ser.

Estudo n° 8: As promessas de Deus
Louvor: DEUS DE PROMESSAS (Toque no Altar)
Sei que os Teus olhos / Sempre atentos permanecem em mim
E os Teus ouvidos / estão sensíveis para ouvir meu clamor
Posso até chorar / Mas a alegria vem de manhã
És Deus de perto e não de longe / Nunca mudastes, Tú és fiel.
Deus de aliança, Deus de Promessas
Deus que não é homem pra mentir
Tudo pode passar, tudo pode mudar
Mas Tua palavra vai se cumprir
Posso enfrentar o que for / Eu sei Quem luta por mim
Seus planos não podem ser frustrados
Minha esperança está / Nas mãos do grande Eu Sou
Meus olhos vão ver o impossível / Acontecer

Estudo n° 9: O batismo no Espírito Santo
Louvor: VEM ESPÍRITO DE DEUS
Aqui eu venho a ti dizer / que eu quero mais te conhecer.
A minha alma tem sede de Ti / Oh! Espírito Santo, estou aqui.
Vem, Espírito de Deus
O meu coração é o Teu altar.
Vem, Espírito de Deus
O meu coração é o Teu altar.
Flui, Espírito de Deus / Flui aqui neste lugar
Flui e sobre mim ministra o Teu Propósito
O meu coração é o Teu altar

Estudo n° 10: O discípulo de Cristo
Louvor: SEGUIREI O MESTRE (Nani Azevedo)
E se fosses tu à beira do Jordão / Vendo mais um batismo de João / E aquele homem então
chegasse? / E se visses a pomba a descer / E a voz de Deus a ecoar / O que irias dizer, o que irias
pensar? /E se ouvisses num dia qualquer / Um estranho a te chamar: / Deixai as redes e vinde após
mim / O trabalho agora é maior / Temos almas a pescar, / O que irias fazer, o que irias pensar?

Será que irias dizer: seguirei o Mestre, / Em suas pegadas, vou pisar / Meu tudo eu deixo pra com ele
andar? / Poderias doar tua vida ao mestre? / Preferes os peixes pescar / As glórias terrenas ganhar /
Ou podes dizer de coração: seguirei o Mestre?

E se num belo dia de sol da janela a olhar / Multidão gritando hosanas ao Senhor? / E ao procurar o
rei, o encontrasse / Num burrinho a montar / O que irias dizer, o que irias pensar? / E fosses tu
conhecedor de toda a Lei / Querendo encontrar salvação / Tendo do Mestre aprovação? /
se ouvisses me segue então / Mas vende tudo o que tens, / O que irias fazer, o que irias pensar?

Será que irias dizer: seguirei o Mestre, Em suas pegadas vou pisar / Meu tudo eu deixo pra com ele
andar. / Poderias doar tua vida ao Mestre, / Preferes riquezas acumular / A glória do mundo a te
cercar / Ou podes dizer de coração: seguirei o Mestre? // Será que podes dizer: "Seguirei o Mestre. /
Em Suas pegadas vou pisar / Meu tudo eu deixo pra com Ele andar"? / Podes então doar tua vida ao
Mestre? / Preferes o prazer que o mundo dá / Caminho de morte a trilhar / Ou podes dizer de
coração seguirei o Mestre?

Seguirei ao meu bom Mestre (3x)Onde quer que for, irei. // Seguirei o Mestre!

Estudo n° 11: O Batismo cristão
Louvor: QUERO DESCER (Diante do Trono)
Quando meu eu / E o meu orgulho
Descer comigo E se misturar;
Com as águas do rio / Então subirei
Como Naamã curado.

Eu abro mão / De tudo que sou,
Só pra servir-te ó meu Senhor.
Eu abro mão / De tudo que sou,
Só pra te adorar / Senhor!

Senhor, quebra o meu orgulho,
Eu quero descer e mergulhar,
Nas águas do teu amor.
Me purifica! / Eu quero ser limpo
Como Naamã, no teu poder

Estudo n° 12: A ceia do Senhor
Louvor: NADA ALÉM DO SANGUE (Fernandinho)
Teu Sangue leva-me além / A todas as alturas
Onde ouço a Tua voz / Fala de Tua justiça pela minha vida
Jesus, este é o Teu Sangue
Tua cruz mostra a Tua graça / Fala do amor do Pai
Que prepara para nós / Um caminho para Ele
Onde posso me achegar / Somente pelo sangue

Que nos lava dos pecados / E nos traz restauração
Nada além do sangue / De Jesus.
Que nos faz brancos como a neve / Aceitos como amigos de Deus
Nada além do sangue / Nada além do sangue De Jesus

Eu sou livre, eu sou livre
Nada além do sangue / Nada além do sangue / De Jesus

Alvo mais que a neve / Alvo mais que a neve.
Sim, neste sangue lavado / Mais alvo que a neve serei





[1] Formado em Letras. Formado em Teologia. Pós-graduando em Aconselhamento Cristão. Formado em Violão Erudito e Teoria Musical. Cantor e compositor. Ministro de louvor e palavra. Marido da Monique e pai da Hellen - www.edercarvalho.com

[2] SHEDD, Russel. Adoração Bíblica: os fundamentos da verdadeira adoração. São Paulo: Vida Nova, 2007. p.84.
[3] MARTIN, Ralph P. Adoração na igreja primitiva. São Paulo: Vida Nova, 2012. p.16.
[4] MARTIN, 2012. p.13.
[5] FOULKES, Francis. Efésios: introdução e comentário. São Paulo: Edições Vida Nova e Mundo Cristão. p.53.
[6] SHEDD, 2007, 113.
[7] ROOKMAAKER, H.R. A arte não precisa de justificativa. Viçosa: Ultimato, 2010. p.15.
[8] REFIDIM, Faculdade Teológica. Liturgia e introdução à música. 2 ed. Joinville: Editora Refidim, 2006. p.58.
[9] SHEDD, 2007, p. 110.
[10]Sigo aqui a construção gramatical encontrada no Novo Testamento interlinear grego-português. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2004. p.748.
[11] REFIDIM, 2006, p.10.